Sessão Cinema!

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  Não sei aí, mas aqui está um tipico Domingo de chuva e temperatura média … Ah, que vida ruim! Sono exalando, nada pra fazer, corpo relaxado e por que não aproveitar um filminho? Ainda mais se for sobre sustentabilidade! Isso aí, nossa “equipe” (composta unicamente por mim), preparou (ou seria preparei?) uma lista com 10 filmes que abordam a situação ambiental do mundo, vamos aos indicados ao nosso #Oscar:

O Dia Depois do Amanhã (The Day After Tomorrow – 2004)

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  O aquecimento global aciona a vinda de uma nova era glacial – tornados arrasam Los Angeles, um maremoto submerge Nova Iorque e todo o hemisfério norte começa a congelar. O climatologista Jack hall (Dennis Quaid), seu filho Sam (Jake Gyllenhaal) e um pequeno grupo de sobreviventes precisam enfrentar a tempestade e manter-se vivos para encarar um inimigo mais poderoso do que qualquer outro já enfrentado – a mãe natureza.

Uma Verdade Inconveniente (An Inconvenient Truth – 2006)

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   A maioria conhece o político Al Gore somente pelo fato dele ter sido derrotado por George W. Bush na campanha eleitoral pela presidência dos EUA em 2000. Aqui, o cineasta mostra seus esforços de Gore a fim de alertar a população mundial em relação ao super-aquecimento global.

Mataram Irmã Dorothy (They Killed Sister Dorothy – 2008)

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     Em fevereiro de 2005, a irmã Dorothy Stang, de 73 anos, foi brutalmente assassinada. Ativista na defesa do meio ambiente e das comunidades carentes exploradas por madeireiros e donos de terra na Amazônia, a freira americana foi executada com seis tiros no interior do Pará. O documentário revela os bastidores do julgamento dos assassinos de Dorothy e investiga as razões de sua morte e seus verdadeiros mandantes. Por trás do drama criminal, vem à tona o legado de seu trabalho humanitário na floresta brasileira.

Wall-E (2008)

Wall-E-l  No ano de 2700, o simpático e engraçado robô Wall-E é encarregado de limpar todo o planeta, que está inabitável, devido a grande quantidade de lixo despejado na Terra, mas um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.

Alimentos S.A (Food, Inc. – 2008)

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  O documentário Food Inc apresenta a realidade por trás das indústrias de alimentos, que dificultam ao máximo que os consumidores saibam a verdadeira origem do que estão comprando ou ingerindo. A realidade que a indústria pretende esconder a todo custo é baseada em um cenário perverso: uma vida de sofrimento, tortura e confinamento de animais que são explorados para o consumo humano.

Home – Nosso Planeta, Nossa Casa (Home – 2009)

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   Home – Nosso Planeta, Nossa Casa é uma experiência original que registra uma viagem única pelo planeta Terra. Filmado inteiramente do ponto de vista de cima, pelo consagrado fotógrafo Yann Arthus-Bertrand, HOME visa sensibilizar, educar e conscientizar as platéias de todo o mundo sobre a fragilidade de nosso lar, ao demonstrar que tudo que é vivo e belo sobre nosso planeta está interligado. HOME estréia 5 de junho, dia mundial do meio ambiente, em mais de 50 países, com uma missão: alertar que, apesar dos males que causamos nos últimos 50 anos à Terra, ainda há chance de salvarmos nossa casa.

A Era da Estupidez (An Inconvenient Truth – 2009)

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  A Era da Estupidez mostra a que ponto chegou a destruição ambiental no mundo e alerta para a responsabilidade de cada indivíduo em impedir a anunciada catástrofe global. Misturando documentário e ficção, o filme é estrelado pelo ator indicado ao Oscar, Pete Postlethwaite, que interpreta um velho sobrevivente no devastado mundo de 2055. Ao analisar cenas das muitas tragédias ambientais ocorridas no início do século 21, ele se pergunta por que os seres humanos não se salvaram quando ainda tinham a chance.

A Enseada (The Cove – 2009)

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  Nos anos 60, Richard O’Barry era a maior autoridade mundial no treino de golfinhos, trabalhando no cenário da popular série de televisão Flipper. Diariamente, O’Barry mantinha os golfinhos a trabalhar e os tele-espectadores a sorrir. Mas um dia, tudo acabou de forma trágica. The Cove, conta-nos a incrível e verdadeira história de como Richard O’Barry, o realizador Louie Psihoyos e uma equipa de activistas, cineastas e mergulhadores de elite embarcam numa missão secreta para penetrar numa enseada escondida no Japão, trazendo para a luz do dia uma terrível e negra realidade.

Lixo Extraordinário (Waste Land – 2010)

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  A relação entre dois segmentos extremos da sociedade carioca é o surpreendente ponto de partida para o documentário. De um lado, os catadores da matéria-prima, o lixo, e do outro, um especialista em arte (Vik Muniz). A relação entre lixo e arte aproxima o universo intelectual à tão diferente realidade das pessoas que colhem o lixo.

2012 – Tempo de Mudança (2012: Time for Change – 2010)

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  As profecias maias a respeito de um apocalipse global em 2012 são o ponto de partida para o livro de Daniel Pinchbeck, 2012: The Return of Quetzalcoatl, que propõe um novo paradigma que integre a sabedoria arcaica das sociedades tribais com o método científico. Para ele, o homem pode redesenhar a sociedade pós-industrial a partir de princípios ecológicos. Nesta cultura planetária regenerativa, a colaboração substituiria a competição e a exploração da psiquê e do espírito, o materialismo estéril das atuais sociedades. Elaboradas animações embalam o debate conduzido por cientistas, antropólogos e artistas engajados. O filme traz depoimentos de especialistas e vivências de celebridades: como os cantores Sting (do The Police) e Gilberto Gil, o cientista Buckminster Fuller e a atriz Ellen Paige; e trata sobre assuntos como experiências de meditação, a importância da construção sustentável, o movimento de contracultura e, principalmente, alternativas ecológicas para o dia a dia.

E aí ainda vai reclamar da falta do que fazer? Bora por esses filmes na lista e curtir bastante! 

Créditos

10 termos sustentáveis que Você Não Pode Dormir Sem Saber

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Bom pessoal, Domingão, começo do fim do final de semana e eu pensando num post legal para animar a vida de vocês. Nas rotineiras pesquisas da vida me lembrei daquele quadro engraçadinho  do Furo MTV, da extinta MTV Brasil (Que Deus os tenha). Não sei se recordam-se, mas eles noticiavam coisas idiotas com uma importância “fora do padrão”, enfim, achei interessante fazer uma sessão chamada VOCÊ NÃO PODE DORMIR SEM SABER, porém aqui noticiarei coisas relevantes que acontecem no dia-a-dia e que você guri ou guria,  eco-cidadão ou cidadã que vive na correria da vida louca as vezes perde por falta de tempo.

Como começo pesquisei 10 termos usados no mundo sustentável que as vezes lemos e não entendemos (isso inclui a mim), então é muito útil para todos, vamos a eles:

1.Alimentos orgânicos
A Lei Federal no 10.831, de 23 de dezembro de 2007, considera o sistema orgânico de produção agropecuária aquele em que se adotam técnicas, mediante a otimização do uso dos recursos naturais e socioeconômicos disponíveis e o respeito à integridade cultural das comunidades rurais, tendo por objetivo a sustentabilidade econômica e ecológica, a maximização dos benefícios sociais e a minimização da dependência de energia não renovável e empregando métodos culturais, biológicos e mecânicos para a proteção do meio ambiente.

2.Biodegradável

São características de substâncias naturais ou com elementos naturais que, ao entrar em contato com o solo, sofrem um processo de decomposição, integrando-se a esse solo, sem causar poluição.

3. Carta da Terra
A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação.

4.Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.

5.Lavagem Verde (Greenwashing)
Usado para descrever o ato de enganar os consumidores sobre as práticas ambientais de uma empresa ou os benefícios ambientais de um produto ou serviço. O termo greenwashing, da língua inglesa, surgiu nos anos 1990, da junção de duas palavras: green (verde) e wash (lavar), em referência à prática de whitewash, nome dado a um tipo de tinta branca barata (tipo a pintura a cal, no Brasil) usada para pintar fachadas de casas com o objetivo de disfarçar a sujeira.

6.Lobby Responsável
Fazer lobby significa tentar influenciar o pensamento de legisladores ou outros atores políticos a favor de (ou contra) uma causa específica. O termo lobby responsável se refere ao lobby – feito por um grupo de pessoas engajadas em causas socioambientais ou tidas como ‘politicamente corretas’ pela maioria da sociedade – para tentar influenciar legisladores ou outros atores políticos a favor de (ou contra) uma causa específica. Normalmente os beneficiários dessa causa são a própria sociedade.

7.Marketing verde

Comunicação dos produtos que faz referências às características de respeito ao meio ambiente inerentes a eles e/ou aos processos de sua fabricação e de contribuição ao desenvolvimento local. Nesse caso, a intenção tende a ser prioritariamente promocional: as mensagens procuram vender produtos “verdes” de empresas que os veem como oportunidades de negócio.

8.Protocolo de Quioto
Acordo internacional lançado em 1997, no Japão, para estabilizar a concentração de gases que provocam o efeito estufa e garantir o modelo de desenvolvimento limpo. Entrou em vigor em 2005 e prevê que, entre 2008 e 2012, os países desenvolvidos reduzam suas emissões em 5,2%, em relação aos níveis de 1990.

9.Tecnologia Limpa
Desenvolvimento de técnicas e alternativas viáveis de minimização do impacto ambiental. Definem-se como tecnologias limpas aquelas que reúnem as seguintes características: utilizam compostos não agressivos e de baixo custo, exigem
menor consumo de reagentes, produzem pouco ou nenhum resíduo e permitem controle mais simples e eficiente de sua eliminação.

10.Agenda 21
Programa de ações do Ministério do Meio Ambiente que visa concretizar objetivos do desenvolvimento sustentável definidos no Rio de Janeiro, em 1992, durante a Segunda Conferência da Terra, patrocinada pela ONU.Os países que se comprometeram a implementá-la devem aplicá-la nos âmbitos nacional, regional e local. Com isso, cidades e comunidades são incentivadas a colocar em prática uma política de desenvolvimento sustentável. No Brasil, já existem mais de 150 Agendas 21 locais em andamento.

É isso aí galera, só lembrando que esses são apenas alguns termos dentre centenas de vários outros, ciente de que as dúvidas e as confusões são normais recomendo o site Greenpedia que tem realmente um dicionário sustentável. Qualquer dúvida é só deixar nos comentários que será atendida, valeu!

Carnaval Sustentável

CARNAVAL 2014Sei que assim como eu, muitos veem o Carnaval como a oportunidade de dar um tempo na Universidade e até de emprego, e sei também que muitos nutrem um ódio ferrenho de qualquer coisa que envolva samba enredo e os desfiles na TV, mas uma coisa vos digo, uma ideia tem que ser reconhecida quando boa, independente de sua origem. E é sobre isso que falaremos nesse post.

Sinônimo de desperdício de dinheiro e principalmente do mal uso e descarte de materiais, as escolas de samba não são muito bem vistas por quem tem princípios sustentáveis, até aí tudo normal para os padrões atuais, mas e se eu te dissesse que uma agremiação do Grupo Especial (1ª divisão) do Carnaval de São Paulo vai tratar do tema sustentabilidade e aplicar soluções ecológicas em todo o seu processo ? Pois é verdade e eu explico.

A escola Império de Casa Verde, 2 vezes campeã da principal divisão do Carnaval Paulista apresenta para esse ano de 2014 o enredo: “Sustentabilidade, construindo um mundo novo”. Segundo o diretor da escola, Rogério Tiguês, serão apresentados os 4 elementos da natureza e os níveis de degradação de cada um, partindo da Revolução Industrial até os dias de hoje para depois colocar na passarela do samba soluções que resolveriam ou ajudariam a melhorar os problemas ambientais enfrentados atualmente.

O destaque fica por conta da postura adotada não só durante o desfile, mas pela comunidade envolvida com a “Império”, Tiguês ainda informou que houve arrecadação de material reciclável e a tinta usada na reforma da escola é 100% não poluente.

Então agora você já tem um excelente motivo para acompanhar o Carnaval! Confira abaixo o samba enredo da Império:

I’m Back!

Projetos inacabados … Sei que é uma frase sem sentido, mas é assim que interpreto o significado desse blog para mim. Sabem quando você quer sair de uma “coisa”, mas essa coisa não quer sair de você? Pois é, essa é minha relação de amor com o NAÇÃO SUSTENTÁVEL, não que eu odeie escrever ou postar aqui (pelo contrário), mas o tempo já não é tão camarada comigo como antes e convenhamos achar alguém que divida essa aventura de falar do “mundo verde” em um site não é tarefa da mais fáceis e por essas e outras dei um tempo no trabalho, mas não nas ideias.

I'm Back

I’m Back

Por obra da falta do que fazer, num Sábado qualquer estou eu aqui olhando os números de visitas do blog e para minha surpresa ainda temos seguidores constantes que passam aqui por motivos ainda desconhecidos para mim (kkkk), mesmo sem novos conteúdos! Justamente por isso resolvi me dar uma nova chance, ou seria nos dar, afinal o objetivo aqui é mútuo.

Espero que seja um ano de coisas certas e positivas para todos e torço sinceramente, do fundo da árvore mais velha do mundo que possamos continuar juntos durante todo ano, é a realização de um sonho para mim e a continuidade de um projeto que  não me esqueceu.

Logo tem mais posts \o/

Diversão Sustentável

Pois é meus amigos, foi se época em que falar de reciclagem ou modos “alternativos” de vida era sinônimo de chatice e caretice … ta duvidando é?

Não só como uma forma de mudar o mundo, mas também como uma forma de valorizar a marca, as organizações tem desenvolvido técnicas (algumas muito originais) para fazer com que os consumidores de seus produtos usem e reusem sem causar dano algum ao ambiente ou a qualquer outro organismo vivo. Como exemplo vou colocar abaixo uma matéria sobre uma marca de cerveja alemã, que inovou na forma de descarte de seus produtos, sim eles conseguiram que os bêbados, depois de umas ou outras, ainda reciclassem as garrafas, simplesmente fantástico!  Confiram abaixo:

Já foi a época em que as ruas de St. Pauli, na cidade de Hamburgo, amanheciam tomadas por garrafas de cerveja. Se antes as famosas noitadas no distrito da Luz Vermelha enchiam o bairro alemão de lixo, agora a reciclagem virou parte de toda esta diversão! Isso porque a marca de cerveja Astra pensou em uma solução que une entretenimento e sustentabilidade, o “The Astra Bottletheatre”, projeto que troca as garrafas vazias por shows particulares.
Por trás da fachada de uma porta de geladeira virada para a rua, um pequeno palco abriga performances, danças e músicas que são apresentadas durante toda a noite! Para ter acesso aos shows exclusivos, basta depositar sua garrafa de vidro em um orifício da “geladeira” e esperar que uma janelinha se abra revelando a atração surpresa. A plateia pode até mesmo se comunicar com os artistas, tocando um sininho que representa palmas, apertando um botão de “curtir”, ou inserindo gorjetas de apoio. Após o show, a pessoa recebe um “passaporte para o backstage”, no caso o acesso ao conteúdo online exclusivo dos artistas que assistiram.
A ideia realmente conseguiu mudar o valor de uma garrafa vazia. Agora, filas são formadas para “reciclar” os produtos, e as pessoas não usam apenas as suas cervejas. Na busca pelo “ticket” inovador, muitas pessoas têm recolhido garrafas que outros jogam na rua para trocar depois. Quer mais sucesso que isso?
Veja o vídeo da ação do The Astra Bottletheatre:

Viu só? Eu disse que a ideia é genial!

5 Cidades exemplo de sustentabilidade

É meio claro que os administradores públicos tem cada vez mais se voltado para as questões ambientais (lentamente é verdade), e vem tentando aplicar formas sustentáveis em processos básicos na mecânica diária das grandes cidades. Confesso que não acho que deva ser um processo fácil, afinal transformar 1 milhão de pessoas com hábitos incorretos, vícios, consumismo desmedido, entre centenas de agravantes ambientais, em uma sociedade economicamente justa e sustentável de um dia pro outro não é tarefa grata para ninguém.

Para nossa sorte e alegria os empenhos em fazer desses processos complexos serem processos rotineiros vem dando resultado e não é de hoje, por isso abaixo selecionei algumas cidades modelo de sustentabilidade e gestão eco-eficiente e para surpresa da geral tem uma linda cidade brasileira, vamos lá:

1. Reykjavík (Islândia)

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Primeira da lista, a capital da Islândia é considerada a cidade mais sustentável do mundo. A energia é produzida por hidrelétricas e usinas geotermais. O sistema de transporte coletivo opera com ônibus “verdes” que utilizam hidrogênio como combustível. E o ar por lá é considerado tão puro que atrai turistas de diversas partes interessados em conhecer o sistema de sustentabilidade da cidade.

2. Portland (Estados Unidos)

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O modelo das cidades estadunidenses normalmente traz avenidas largas, com amplo espaço para os carros. Portland, porém, investe em alternativas mais sustentáveis, como ciclovias e ferrovias. A cidade também se comprometeu a reduzir a emissão de gases poluentes e passou a utilizar apenas materiais sustentáveis em suas construções. É lá também que está o Tom McCall Waterfront Park, construído em uma rodovia fechada, que se tornou ponto focal de renovação do centro da cidade.

3. Curitiba (Brasil)

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A representante nacional é conhecida como a capital ecológica do Brasil. As áreas de cobertura vegetal passaram de 18% para 26% nos últimos dez anos, e o índice de área verde da cidade, 64,5 m² por pessoa, é um dos mais altos entre as capitais brasileiras. Além disso, a capital paranaense é exemplo em soluções de urbanismo e tecnologia de transporte urbano.

4. Malmö (Suécia)

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Malmö não é famosa apenas pelos inúmeros jardins e parques que se espalham pela cidade. O desenvolvimento urbano sustentável também é uma característica marcante. Apesar de ser uma das maiores cidades da Suécia, quase não há congestionamentos: são 425 km de ciclovias.

5. Vancouver (Canadá)

Vancouver

A cidade que em 2010 foi sede das Olimpíadas de Inverno adotou a sustentabilidade como lema e levou a ideia a sério: as medalhas entregues aos atletas foram feitas de restos de metal jogados fora. Mas não é só isso. O conceito de sustentabilidade está presente em Vancouver há bastante tempo – 90% da energia da cidade é produzida por meio de ondas, vento, painéis solares e hidrelétricas.

Fonte

Conhece alguma outra cidade exemplo de sustentabilidade? Deixe sua dica nos comentários … Até a próxima!

Obras sustentáveis pelo mundo

Com a expansão do conceito SUSTENTABILIDADE pelo mundo, passou-se a aplicar os métodos da chamada Engenharia Verde (Inclusive temos uma sessão só para falar disso) em inúmeras obras ao redor do globo, além de materiais sustentáveis se pensou na reutilização de energia e dos recursos hídricos, tudo a fim de usar os recursos naturais a favor do homem. Abaixo temos algumas dessas maravilhas construídas pelo mundo e com o selo NAÇÃO SUSTENTÁVEL DE QUALIDADE (Que eu acabei de inventar), vamos lá:

1.Bank of America Tower, One Bryant Park, New York, EUA

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Primeiro edifício a receber a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) Platinum do U.S. Green Bulding Council. A construção do Bank Of America Tower foi executada usando concreto manufaturado e um bio-produto de carvoarias. A mistura usando concreto consiste em 55% de cimento e 45% de escória. Isso torna o concreto mais resistente. O uso do concreto de escória pode reduzir o dano causado ao planeta através da diminuição do dióxido de carbono produzido pelo cimento manufaturado padrão em que cada tonelada de cimento produz uma emissão de uma tonelada de CO2 na atmosfera.

O controle da temperatura no Bank of Americas Tower, e a conversão da mesma em energia, será feito de uma maneira ecologicamente correta. Vidro isolante evitará parte da perda de calor, o que por sua vez economizará o consumo de energia e aumentará a transparência. Sensores de dióxido de carbono assinalam ao sistema o acionamento da ventilação, quando elevados índices de CO2 forem detectados no edifício.

O sistema de refrigeração produz e estoca gelo durante os horários fora de pico, e então usará o gelo para ajudar a refrigerar o edifício em horário de pico.

2. 30 The Bond, Sydney, Austrália

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Quando a construtora Lend Lease decidiu transferir a sede para Sydney, consultou os seus funcionários no que dizia respeito às prioridades para o edifício e a comunidade local. Como consequência o edifício, projetado por PTW Architects, Whittaker Hadenham Openshaw e Bovis Lend Lease, surgiu com um design que enfatiza o ambiente interno, a melhor gestão da água, de resíduos e 20% menos emissões de poluentes. Construída sobre o antigo gasômetro local, cuja área teve que ser recuperada, a obra também alcançou cinco estrelas do Green Star and Australian Building Greenhouse Rating Scheme (ABGR), por utilizar ventilação natural, feixes de refrigeração passiva, fachadas sombreáveis, cobertura ajardinada com plantas resistentes à seca, e propiciar vistas a 60% de seus ocupantes.

3.BMW Welt, Munique, Alemanha

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Este é um exemplo de que a engenharia alemã é uma das melhores do mundo. A praça de 73 mil m² e 47,88 m de largura, com forma de duplo cone, que fornece suporte para a cobertura (de uma forma bastante impressionante) é, sem dúvida, a característica de destaque do projeto, assinado por Coop Himmelb (l) para o BMW Group e finalizado em 2007. No telhado do edifício, o conjunto de placas fotovoltaicas, produzidas na Alemanha pela Solarwatt, abastece o edifício com no mínimo 824 kWp de energia, e a rede de painéis de aço que capta o calor, conduzindo-o para a fachada de aço e vidro, ajuda no condicionamento do ar interno do edifício. Dentro do cone, uma espécie de túnel espiralado incentiva a ventilação natural, através de aberturas controladas automaticamente.

4.New York Times, New York, Estados Unidos

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Idealizado pelo arquiteto Renzo Piano, o edifício com 148.644 m² e 52 pavimentos é promovido como uma estrutura verde, embora não seja certificado pelo LEED. Este é o primeiro edifício construído nos Estados Unidos em cortina de vidro ultra-clear Low-e, que maximiza a luz, e tubos de cerâmica solar que funcionam como um brise. Máscaras mecanizadas, controladas por sensores, reduzem o ofuscamento da luz solar, enquanto mais de 18 mil luminárias fluorescentes dimerizáveis individualmente suplementam a luz natural, proporcionando uma economia de energia real de 30%. O prédio também incorpora resfriamento de ar-livre, trazendo ar de fora quando está mais fresco do que o espaço interior, o que economiza energia adicional. Mais de 95% do aço estrutural é reciclado. A planta de cogeração de gás natural fornece 40% da energia elétrica consumida no interior do edifício com aquecimento e refrigeração. Pisos elevados permitem a distribuição de ar por baixo, exigindo menos energia do que um sistema de refrigeração convencional canalizado. O edifício não possui estacionamento no site, como a maioria dos funcionários vai para o trabalho de transporte público.

5.Aeroporto de Oslo, Gardermoen, Noruega

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O edifício terminal projetado por NSW A+P Viaplan e inaugurado em 1995 é um belo exemplo de seleção de materiais, estruturais onde cada material é aplicado na função que se desempenha melhor: concreto armado na compressão; madeira na flexão, treliças espaciais de aço flexão e conexões. Com 140 mil m², custou U$ 520 milhões, tem sistema de aquecimento, baseado em uma rede de aquecimento urbano que produz calor através de bioenergia.

6.Ospedale dell”Angelo, Veneto, Itália

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Projetado em 2008 pelo arquiteto Emilio Ambasz, este prédio hospitalar com 117 m², o primeiro verde do mundo, inova já pela sua localização em área rural, mas que pode ser acessado por autoestrada ou trem. Foi idealizado de acordo com os princípios da humanização de forma a auxiliar na cura do paciente. Os blocos são unidos por jardins, que induzem a calma ao promover vistas agradáveis. Um lobby ajardinado, protegido pela cobertura de vidro, traz luz natural e renova o ar interno.

Créditos